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Mente em foco: o guia definitivo sobre saúde mental | EnLite

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Blog_ NR-01 Saude Mental

A saúde mental é um tema que ganha, cada vez mais, destaque em nossa sociedade nos últimos anos. Afinal, compreender os diversos aspectos que envolvem o bem-estar psicológico e emocional tornou-se fundamental para promover uma vida plena e equilibrada. Por isso, a EnLite Health Solutions preparou esse conteúdo exclusivo para explorar em profundidade os segredos da saúde mental. Nele, iremos abordar desde conceitos básicos, informações e estratégias práticas para cuidar da nossa mente. Por fim, explicaremos a sua relação com a rede internacional de acompanhantes terapêuticos. Confira conosco e boa leitura!

Introdução à saúde mental

Primeiramente, é primordial pontuar que a saúde mental vai muito além da simples ausência de transtornos psicológicos. Isso porque, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua comunidade. Ou seja, ela é um conceito amplo que engloba aspectos emocionais, psicológicos e sociais.

Para compreender melhor a importância da saúde mental, é necessário considerar os três pilares fundamentais que a sustentam:

Saúde emocional | Refere-se à capacidade de reconhecer, expressar e gerenciar as próprias emoções de forma saudável;

Saúde psicológica | Envolve o funcionamento cognitivo, incluindo pensamentos, crenças e percepções sobre si mesmo e o mundo ao redor;

Saúde social | Por sua vez, diz respeito à habilidade de formar e manter relacionamentos saudáveis, além de se adaptar a diferentes ambientes sociais.

Em síntese, esses três aspectos da saúde mental estão interligados e se influenciam mutuamente. Por isso, quando há um desequilíbrio em qualquer uma dessas áreas, a saúde mental como um todo pode ter comprometimento.

De modo geral, a saúde mental é essencial para o desenvolvimento humano em todas as fases da vida. Ela influencia diretamente nossa capacidade de aprender, trabalhar, nos relacionar com os outros e enfrentar os desafios do cotidiano.

Dessa forma, pode-se compreender que uma boa saúde mental nos permite lidar melhor com o estresse, tomar decisões mais assertivas e manter um senso de propósito e significado na vida.

Fatores que influenciam a saúde mental

Outra questão importante nesse tema é que a saúde mental se molda a partir de uma complexa interação de diversos fatores. O que torna a compreensão dessas influências essencial para promover o bem-estar psicológico e prevenir problemas desta natureza. A seguir, vamos elencar alguns dos principais fatores que impactam diretamente nela.

Genética e histórico familiar

Para começar, temos a predisposição genética que desempenha um papel importante na saúde mental. Pesquisas mostram que certos genes podem influenciar a química cerebral e, consequentemente, nossos comportamentos e emoções.

Por exemplo, estudos indicam que as emoções positivas têm um grau de hereditariedade que varia de 36% a 81%. No entanto, é crucial lembrar que a expressão genética geralmente é mediada por fatores ambientais, o que ressalta a importância das circunstâncias e condições sociais vivenciadas.

Além disso, o histórico familiar de transtornos mentais também pode aumentar o risco de uma pessoa desenvolver problemas semelhantes. Contudo, isso não significa que alguém com histórico familiar necessariamente desenvolverá um transtorno mental, apenas que pode haver uma maior vulnerabilidade.

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Experiências de vida e traumas

As experiências ao longo da vida, especialmente durante a infância e adolescência, têm um impacto significativo na saúde mental. Em resumo, eventos traumáticos, como abuso físico ou emocional, negligência, perda de entes queridos ou exposição à violência, podem deixar marcas duradouras na psique de uma pessoa.

Por outro lado, experiências positivas e um ambiente de apoio durante o desenvolvimento podem fortalecer a resiliência emocional e promover uma boa saúde mental. A capacidade de lidar com o estresse e superar adversidades é, em grande parte, moldada pelas experiências de vida.

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Ambiente e condições socioeconômicas

Já o ambiente em que vivemos e as condições socioeconômicas têm um impacto direto na saúde mental. Em outras palavras, fatores como pobreza, desemprego, insegurança alimentar e moradia inadequada podem aumentar o risco de problemas de saúde mental.

De modo geral, a relação entre renda e saúde mental é bem estabelecida. Estudos mostram uma associação entre transtornos mentais crônicos graves e tentativas de suicídio com baixa renda familiar. Além disso, há indicadores que apontam para um aumento na prevalência de transtornos mentais em populações de baixa renda.

Outra questão é que o acesso à educação também desempenha um papel crucial na saúde mental. Experiências educacionais positivas e bons resultados acadêmicos contribuem para o bem-estar mental e o desenvolvimento saudável dos jovens.

Sendo assim, a escola pode ser um elemento importante no desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais que são protetoras da saúde mental.

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Química cerebral e desequilíbrios hormonais

A saúde mental está intimamente ligada à química cerebral. Neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina desempenham papeis cruciais na regulação do humor, sono, apetite e outras funções cognitivas. Desequilíbrios nesses neurotransmissores podem contribuir para o desenvolvimento de transtornos mentais.

Além disso, alterações hormonais, como as que ocorrem durante a puberdade, gravidez ou menopausa, podem afetar significativamente a saúde mental. O estresse crônico, por exemplo, pode levar a um aumento prolongado do cortisol, o hormônio do estresse, o que pode ter efeitos negativos na saúde mental a longo prazo.

Sinais e sintomas de problemas de saúde mental

Reconhecer os sinais e sintomas de problemas de saúde mental é crucial para buscar ajuda precocemente e prevenir o agravamento das condições. Embora cada transtorno mental tenha suas características específicas, existem alguns sinais gerais que podem indicar a necessidade de atenção à saúde mental. Conheça-os a seguir.

Mudanças repentinas de humor

Alterações bruscas e frequentes no humor, que vão além das flutuações normais do dia a dia, podem ser um sinal de alerta. Isso pode incluir períodos de intensa irritabilidade, tristeza profunda ou euforia excessiva sem motivo aparente.

Alterações no sono e apetite

Por sua vez, problemas de sono, como insônia persistente ou sono excessivo, podem ser indicativos de problemas de saúde mental. Da mesma forma, mudanças significativas no apetite, resultando em perda ou ganho de peso considerável, também podem ser sinais de alerta.

Isolamento social

O afastamento repentino de amigos, familiares e atividades sociais que antes eram prazerosas pode indicar um problema de saúde mental. O isolamento social muitas vezes é um sintoma de depressão ou ansiedade social.

Perda de interesse em atividades antes apreciadas

Quando alguém perde o interesse ou prazer em atividades que costumava gostar, isso pode ser um sinal de depressão ou outro transtorno mental. Essa perda de interesse é conhecida como anedonia e é um sintoma comum em vários problemas de saúde mental.

Dificuldade de concentração

Problemas persistentes de concentração, dificuldade em tomar decisões ou esquecimento frequente podem ser sinais de diversos transtornos mentais. Dentre eles, podemos incluir a depressão, ansiedade e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

Pensamentos suicidas

Pensamentos recorrentes sobre morte ou suicídio são sinais graves que requerem atenção imediata. Se você ou alguém que você conhece está tendo pensamentos suicidas, é crucial buscar ajuda profissional imediatamente.

Em síntese, é importante lembrar que a presença de um ou mais desses sinais não necessariamente significa que alguém tem um transtorno mental. No entanto, se esses sintomas persistirem por um período prolongado e interferirem significativamente na vida diária, é recomendável buscar a avaliação de um profissional de saúde mental.

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Transtornos mentais comuns

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Entender os transtornos mentais mais prevalentes é essencial para promover a conscientização e reduzir o estigma associado à saúde mental. Vamos explorar alguns dos transtornos mentais mais comuns.

Depressão

A depressão é um dos transtornos mentais mais prevalentes em todo o mundo. Caracteriza-se por sentimentos persistentes de tristeza, perda de interesse ou prazer em atividades, alterações no sono e apetite, fadiga, dificuldade de concentração e, em casos graves, pensamentos suicidas.

Além disso, a depressão pode ser desencadeada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos. O tratamento geralmente envolve psicoterapia, medicamentos antidepressivos ou uma combinação de ambos.

Ansiedade

Já os transtornos de ansiedade são um grupo de condições caracterizadas por preocupação excessiva, medo intenso e sintomas físicos como taquicardia, sudorese e tremores. Alguns tipos comuns de transtornos de ansiedade incluem:

– Transtorno de ansiedade generalizada (TAG);

– Transtorno do pânico;

– Fobias específicas;

– Transtorno de ansiedade social.

Para quase todos os casos, o tratamento para transtornos de ansiedade geralmente envolve terapia cognitivo-comportamental, técnicas de relaxamento e, conforme avaliação profissional, pode ser necessário o uso de medicação.

Transtorno afetivo bipolar

O transtorno bipolar é caracterizado por oscilações extremas de humor, alternando entre episódios de mania (ou hipomania) e depressão. Dessa forma, durante os episódios maníacos, a pessoa pode experimentar euforia, energia excessiva e comportamentos impulsivos. Já nos episódios depressivos, os sintomas são semelhantes aos da depressão maior.

O tratamento do transtorno bipolar geralmente envolve uma combinação de medicamentos estabilizadores de humor, psicoterapia e mudanças no estilo de vida.

Transtornos alimentares

Os transtornos alimentares são condições sérias que afetam os hábitos alimentares e a imagem corporal. Os mais comuns incluem a anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar.

Geralmente, esses transtornos podem ter consequências graves para a saúde física e mental. Por isso, o tratamento geralmente requer uma abordagem multidisciplinar, incluindo terapia, aconselhamento nutricional e, em alguns casos, medicação.

Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

O TDAH é um transtorno neurodesenvolvimental caracterizado por dificuldades persistentes de atenção, hiperatividade e impulsividade. Embora seja mais comumente diagnosticado na infância, o TDAH pode persistir na idade adulta.

Neste caso, o tratamento do TDAH geralmente envolve uma combinação de terapia comportamental, estratégias educacionais e, em alguns casos, medicação.

Esquizofrenia

A esquizofrenia é um transtorno mental complexo caracterizado por alterações no pensamento, percepção e comportamento. Os sintomas podem incluir alucinações, delírios, fala e comportamento desorganizados e sintomas negativos como apatia e isolamento social.

O tratamento da esquizofrenia geralmente envolve uma combinação de medicamentos antipsicóticos, psicoterapia e intervenções psicossociais.

Entretanto, é importante ressaltar que cada pessoa experimenta os transtornos mentais de maneira única, e o diagnóstico e tratamento devem ser realizados por profissionais de saúde mental qualificados.

Estratégias para promover a saúde mental

Cuidar da saúde mental é um processo contínuo que envolve diversas práticas e hábitos. Aqui estão algumas estratégias eficazes para promover e manter uma boa saúde mental:

Hábitos de vida saudáveis

Primeiramente, é fundamental adotar um estilo de vida saudável é fundamental para a saúde mental. Isso inclui:

1. Prática regular de exercícios físicos | A atividade física libera endorfinas, conhecidas como “hormônios do bem-estar”, que ajudam a melhorar o humor e reduzir o estresse. Recomenda-se pelo menos 150 minutos de exercícios moderados por semana;

2. Alimentação equilibrada | Uma dieta balanceada, rica em nutrientes, pode ter um impacto positivo na saúde mental. Alimentos ricos em ômega-3, vitaminas do complexo B e minerais como magnésio e zinco são particularmente benéficos para o cérebro;

3. Qualidade do sono | O sono adequado é essencial para a saúde mental. Estabeleça uma rotina de sono regular, visando 7-9 horas de sono por noite, e crie um ambiente propício para um sono reparador.

Técnicas de gerenciamento do estresse

O estresse crônico pode ter um impacto significativo na saúde mental. Algumas técnicas eficazes para gerenciar o estresse incluem:

1. Meditação e mindfulness | Referem-se a práticas de atenção plena que podem ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar o bem-estar geral. Sendo assim, dedique alguns minutos por dia para meditar ou praticar exercícios de respiração consciente;

2. Técnicas de respiração | São exercícios simples de respiração profunda que podem acalmar a mente e o corpo em momentos de estresse;

3. Gerenciamento do tempo | Organize suas tarefas e prioridades para reduzir a sensação de sobrecarga. Use ferramentas como listas de tarefas e calendários para manter o controle.

Conexões sociais e apoio para a saúde mental

Manter relacionamentos saudáveis e uma rede de apoio sólida é crucial para ter a mente sã. Algumas formas de fortalecer suas conexões sociais incluem:

1. Cultivar amizades | Dedique tempo para manter e desenvolver amizades significativas. O apoio social pode ser um fator protetor contra o estresse e a depressão;

2. Participar de atividades comunitárias | Envolva-se em grupos ou atividades que compartilhem seus interesses. Isso pode proporcionar um senso de pertencimento e propósito;

3. Buscar apoio quando necessário | Não hesite em pedir ajuda a amigos, familiares ou profissionais quando estiver passando por momentos difíceis.

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Autocuidado e desenvolvimento pessoal

Investir em si mesmo é uma parte importante da manutenção da saúde mental. Algumas práticas de autocuidado incluem:

1. Hobbies e atividades prazerosas | O ideal é sempre reservar tempo para atividades que você goste e que tragam satisfação pessoal;

2. Aprendizado contínuo | Também invista em manter sua mente ativa aprendendo novas habilidades ou explorando novos interesses;

3. Estabelecimento de metas realistas | Definir objetivos alcançáveis e trabalhar em direção a eles pode aumentar a autoestima e o bem-estar;

4. Praticar a gratidão | Reconhecer e apreciar as coisas positivas em sua vida pode melhorar significativamente seu estado mental.

Em síntese, lembre-se de que cuidar da saúde mental é um processo individual, e o que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra. Por isso, experimente diferentes estratégias e encontre aquelas que melhor se adequam ao seu estilo de vida e necessidades.

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Tratamentos e intervenções profissionais

Quando os problemas de saúde mental se tornam mais sérios ou persistentes, é importante buscar ajuda profissional. Existem várias opções de tratamento disponíveis, e muitas vezes uma abordagem combinada é mais eficaz. Continue a leitura e explore conosco algumas das principais intervenções profissionais para a saúde mental.

Psicoterapia

A psicoterapia, também conhecida como terapia de conversação, é um tratamento fundamental para muitos problemas de saúde mental. Existem várias abordagens terapêuticas, cada uma com seus próprios métodos e focos. Algumas das mais comuns incluem a terapia:

Cognitivo-Comportamental (TCC) | É uma abordagem que se concentra em identificar e mudar padrões de pensamento e comportamento negativos. É particularmente eficaz para transtornos de ansiedade e depressão;

Psicodinâmica | Com base nas teorias de Freud e seus sucessores, esta abordagem explora o inconsciente e como experiências passadas influenciam o comportamento atual;

Humanista | Foca no crescimento pessoal e na autorrealização. Para isso, esta abordagem enfatiza a importância da aceitação e da empatia no processo terapêutico;

Sistêmica | Esta abordagem considera o indivíduo como parte de sistemas maiores (como família ou comunidade) e trabalha para melhorar as interações dentro desses sistemas;

Terapia de Exposição | Comumente usada para fobias e transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), esta técnica envolve exposição gradual a situações temidas em um ambiente seguro.

De modo geral, a escolha da abordagem terapêutica depende das necessidades individuais, do tipo de problema enfrentado e das preferências pessoais. Além disso, muitos terapeutas usam uma combinação de técnicas para personalizar o tratamento.

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Tratamentos farmacológicos

Em alguns casos, medicamentos podem ser necessários para tratar problemas de saúde mental. Sendo assim, os medicamentos psiquiátricos mais comumente prescritos incluem:

Antidepressivos | Usados para tratar depressão, ansiedade e alguns outros transtornos. Para isso, eles incluem geralmente inibidores seletivos de recaptação de serotonina (ISRS) e inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina (IRSN);

Ansiolíticos | Trata-se de medicamentos que reduzem a ansiedade, como benzodiazepínicos. Contudo, estes são geralmente prescritos para uso de curto prazo devido ao risco de dependência;

Estabilizadores de humor | De uso principalmente no tratamento do transtorno bipolar. O lítio é um exemplo clássico;

Antipsicóticos |  Possuem indicações no tratamento da esquizofrenia e, em alguns casos, no transtorno bipolar;

Estimulantes | Comumente prescritos para o tratamento do TDAH.

É importante ressaltar que os medicamentos psiquiátricos devem ser prescritos e monitorados por um profissional de saúde qualificado. Isso porque eles podem ter efeitos colaterais e interações com outros medicamentos. Além disso, a dosagem pode precisar de ajuste ao longo do tempo.

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Terapias alternativas e complementares para o cuidado com a saúde mental

Além dos tratamentos convencionais, muitas pessoas encontram benefícios em terapias alternativas e complementares para a saúde mental. Algumas das abordagens mais populares são:

Acupuntura | Esta prática da medicina tradicional chinesa apresenta benefícios para o tratamento da depressão e ansiedade em alguns estudos;

Fitoterapia | Algumas ervas, como o hipérico (erva de São João), têm sido estudadas para o tratamento da depressão leve a moderada;

Exercícios de relaxamento | Técnicas como yoga, tai chi e qigong, por exemplo, podem ajudar a reduzir o estresse e melhorar o bem-estar geral;

Arteterapia | O uso de expressão artística como forma de terapia pode ser benéfico para uma variedade de problemas de saúde mental;

Musicoterapia | A música pode ter efeitos terapêuticos poderosos, de acordo com estudos da área de saúde. Por isso, costuma estar presente no tratamento de várias condições mentais.

Por fim, é importante notar que, embora essas terapias alternativas possam ser benéficas, elas não devem substituir tratamentos convencionais sem a orientação de um profissional de saúde. Além disso, muitas vezes, a abordagem mais eficaz é uma combinação de tratamentos convencionais e complementares.

Saúde mental no contexto do SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) do Brasil tem um papel fundamental na promoção e cuidado da saúde mental da população. Isso porque a abordagem do SUS para a saúde mental é baseada nos princípios da Reforma Psiquiátrica Brasileira, que busca substituir o modelo centrado em hospitais psiquiátricos por uma rede de serviços comunitários e territorializados.

Aliás, vale a pena pontuar que os serviços de cuidadores e acompanhantes terapêuticos da EnLite também seguem esse mesmo padrão e diretrizes. Ou seja, ele se alinha ao total comprometimento da empresa com um serviço humanizado e com personalização individual para cada atendimento.

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Principais redes de cuidados em Saúde Mental

De modo geral, a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é o conjunto de serviços e equipamentos amplos, tais como:

1. Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) | São serviços de saúde de caráter aberto e comunitário que oferecem atendimento diário a pessoas com transtornos mentais severos e persistentes. Porém, existem diferentes tipos de CAPS, dependendo do tamanho do município e do público atendido (adultos, crianças/adolescentes, usuários de álcool e outras drogas).

2. Unidades Básicas de Saúde (UBS) | Oferecem cuidados primários em saúde mental, incluindo identificação precoce de problemas, aconselhamento e encaminhamento para serviços especializados quando necessário.

3. Residências Terapêuticas | São casas localizadas no espaço urbano, constituídas para responder às necessidades de moradia de pessoas com transtornos mentais graves, institucionalizadas ou não.

4. Centros de Convivência e Cultura | Espaços de sociabilidade, produção e intervenção na cultura e na cidade.

5. Leitos de Saúde Mental em hospitais gerais | Para internações de curta duração, quando necessárias.

Políticas públicas e reforma psiquiátrica

Por sua vez, é importante destacar, quando o assunto é saúde mental, a reforma psiquiátrica no Brasil. Em síntese, ela se iniciou na década de 1970 e teve consolidação de acordo com a Lei 10.216/2001.

Além disso, representa uma mudança significativa na abordagem da saúde mental, já que seus principais objetivos incluem:

Desinstitucionalização | Significa a redução progressiva dos leitos em hospitais psiquiátricos e criação de serviços substitutivos na comunidade;

Humanização do cuidado | Refere-se ao tratamento com respeito à dignidade e aos direitos humanos das pessoas com transtornos mentais;

Reinserção social | Promoção da autonomia e da reintegração das pessoas com transtornos mentais na sociedade;

Participação social | Envolvimento de usuários, familiares e comunidade na formulação e implementação de políticas de saúde mental.

Problemas e desafios no tratamento da saúde mental no SUS

Ainda que as políticas que listamos acima tenham resultado em avanços significativos, é necessário pontuar que ainda existem desafios e gargalos no acesso ao SUS para o tratamento de questões de saúde mental.

Por exemplo, a necessidade de ampliar a cobertura dos serviços, a melhora na qualidade do atendimento e o combate ao estigma associado aos transtornos mentais. Além disso, especialistas no assunto também entendem que faltam um acompanhamento mais individualizado de cada paciente.

Dessa forma, pode-se justificar o acesso crescente a especialistas no cuidado humano, como a alternativa eficaz para acompanhamentos e tratamentos com melhor resposta e resultados.

Estigma e desafios na saúde mental

Apesar dos avanços na compreensão e tratamento dos transtornos mentais, o estigma continua sendo um dos maiores obstáculos para a promoção da saúde mental. Em síntese, o estigma pode se manifestar de várias formas, dentre as quais se destacam:

Autoestigma | Ocorre quando a pessoa internaliza preconceitos sociais a ponto de alimentar a baixa autoestima e relutar em buscar ajuda;

Estigma público | Por sua vez, refere-se a atitudes negativas e discriminação por parte da sociedade em geral;

Estigma estrutural | Tem representação nas políticas e práticas institucionais que limitam as oportunidades das pessoas com transtornos mentais.

Práticas eficazes no combate ao preconceito e discriminação

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Segundo dados da OMS, o quadro de transtornos tem entre os seus agravantes, o desconhecimento ou desinformação sobre o que se refere à saúde mental. Por isso, o combate ao estigma e preconceito precisa acontecer em vários níveis como:

Educação | É a porta de entrada da informação assertiva, correta e transformadora. Afinal, ela é capaz de fornecer informações precisas sobre saúde mental para desmistificar os transtornos mentais;

Contato | Trata-se de promover continuamente  interações positivas entre pessoas com e sem transtornos mentais para reduzir o preconceito;

Protesto | Acontece quando órgãos, associações ou pessoas engajadas desafiam representações negativas e estereótipos na mídia e na sociedade;

Participação política e social | Por último, são ações onde indivíduos ou grupos se mobilizam para propor leis, campanhas ou políticas públicas que se oponham a práticas discriminatórias.

Leia mais | O que são demências

15 Formas eficazes para fortalecer a saúde mental no dia a dia

Quando pensamos em práticas diárias para manter a mente saudável, é óbvio que algumas delas são de consciência geral. Por exemplo, a prática de esportes, as relações interpessoais sadias, as pausas de descanso e os momentos de prazer.

Porém, optamos por aprofundar em algumas alternativas menos amplas e listar dicas comprovadamente eficazes para o cuidado com a saúde mental. Continue a leitura.

A saúde mental é um pilar fundamental para nossa qualidade de vida, influenciando diretamente nosso bem-estar geral e nossa capacidade de enfrentar os desafios diários. Neste artigo, exploraremos 10 formas eficazes e menos óbvias para fortalecer a saúde mental no dia a dia, baseadas em pesquisas científicas e dados concretos.

1 | Alterne entre o JOMO e o FOMO

Para quem não conhece, JOMO e FOMO são dois conceitos que se relacionam à nossa interação com eventos sociais e experiências. Em resumo, eles propõem abordagens opostas ao lidar com a própria ausência em determinadas ocasiões.

Porém, contrariando a tendência do FOMO (Fear of Missing Out), pesquisas emergentes sugerem que podemos encontrar alegria em estar ausentes de certas atividades sociais. O JOMO, ou “alegria de estar ausente”, é uma abordagem que pode melhorar significativamente nossa saúde mental.

E para praticá-la, é bem simples. Afinal, você precisa apenas reservar um tempo para atividades solitárias que você aprecia, sem se sentir culpado por não participar de eventos sociais. Dessa forma, a tendência é que você contribua para que tenha níveis mais baixos de ansiedade e maior satisfação com a vida.

2 | Experimente a jardinagem terapêutica

Em seguida, temos uma notícia inspiradora para os amantes de plantas. Isso porque a jardinagem não é apenas um hobby, mas uma prática com benefícios comprovados para a saúde mental.

Pesquisas indicam que o contato com a natureza e o cultivo de plantas podem reduzir significativamente os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.

Outro dado interessante está em um estudo publicado no Journal of Health Psychology. Nele, revelou-se que apenas 30 minutos de jardinagem por semana podem reduzir os sintomas de depressão em até 22%.

3 | Pratique a gratidão ativa

Primeiramente, é preciso entender que a gratidão vai além de simplesmente agradecer. Afinal, trata-se de reconhecer ativamente as coisas positivas em nossa vida, por menores que sejam.

Sendo assim, a dica aqui é manter um diário de gratidão, anotando diariamente três coisas pelas quais você é grato e três realizações do dia. E sabe o porquê? Pesquisas mostram que esta prática pode aumentar os níveis de felicidade em até 25% em apenas três semanas.

4 | Explore a cromoterapia no seu ambiente

Sim, as cores têm um impacto significativo em nosso estado emocional e mental. A cromoterapia, ou terapia das cores, pode ser uma ferramenta poderosa para melhorar o humor e reduzir o estresse.

Por isso, uma dica prática é incorporar tons de azul em seu espaço de trabalho ou quarto. Isso porque estudos indicam que a exposição à cor azul pode reduzir a frequência cardíaca e a pressão arterial. Dessa forma, promove-se um estado de calma.

5 | Adote um ritual de café mindful

De modo geral, o café, além de ser uma bebida estimulante, pode ser uma ferramenta para praticar mindfulness e melhorar a saúde mental. Além disso, pesquisas mostram que o consumo moderado de café está associado a uma redução de até 20% no risco de depressão.

Por isso, o ritual de preparar e saborear o café mindfully pode aumentar a consciência do momento presente e reduzir a ansiedade.

6 | Experimente a terapia do riso

O riso não é apenas uma expressão de alegria, mas também uma poderosa ferramenta terapêutica. Afinal, a terapia do riso, ou gelotologia, tem ganhado reconhecimento por seus benefícios à saúde mental.

Outro ponto interessante sobre isso é que estudos mostram que 15 minutos de riso por dia podem aumentar a produção de endorfinas em até 27%. Ou seja, isso é capaz de melhorar o humor e reduzir os sintomas de ansiedade e depressão.

7 | Pratique a técnica Pomodoro para gerenciar o tempo e o estresse

A técnica Pomodoro, que consiste em alternar períodos de trabalho focado com pequenas pausas, pode ser uma aliada poderosa na gestão do estresse e na melhoria da produtividade.

Além disso, para a saúde mental, há pesquisas que indicam que a implementação da técnica Pomodoro pode aumentar a produtividade em até 80%. Por outro lado, isso também consegue reduzir os níveis de estresse em 32%.

8 | Explore a aromaterapia para equilibrar as emoções

Os aromas têm um impacto direto em nosso sistema límbico, o centro das emoções no cérebro. Sendo assim, a aromaterapia pode ser uma ferramenta eficaz para modular o humor e reduzir o estresse.

Por exemplo, o aroma de lavanda tem se mostrado particularmente eficaz. Estudos demonstram que a exposição ao óleo essencial de lavanda pode reduzir os níveis de ansiedade em até 40% e melhorar a qualidade do sono.

9 | Pratique a “desintoxicação digital” regular

O uso excessivo de tecnologia tem sido associado a diversos problemas de saúde mental. A prática regular de “desintoxicação digital” pode ajudar a restaurar o equilíbrio.

Na prática, um método eficaz é estabelecer um período de 24 horas por semana sem dispositivos eletrônicos. Pesquisas mostram que esta prática pode reduzir os níveis de ansiedade em até 29% e melhorar a qualidade das interações sociais.

10 | Adote a prática do “forest bathing” para a saúde mental

Originária do Japão, a prática do “forest bathing” (banho de floresta) consiste em imergir-se na atmosfera da floresta, utilizando todos os sentidos. Há benefícios comprovados que demonstram que 2 horas de “forest bathing” por semana podem reduzir os níveis de cortisol em até 15%.

Além disso, ela ajuda a melhorar a função imunológica e aumenta a sensação de bem-estar

11 | Pratique a escrita expressiva

A escrita expressiva, que envolve escrever sobre experiências emocionais, pode ter um impacto significativo na saúde mental. Isso porque pesquisas indicam que escrever sobre experiências perturbadoras por 15-20 minutos por dia, durante 3-4 dias, pode reduzir os sintomas de depressão em até 20%.

12 | Experimente a arteterapia digital

A arteterapia online está emergindo como uma ferramenta poderosa para apoiar a saúde mental, especialmente em áreas rurais ou menos populosas.

Por exemplo, um estudo na Escócia mostrou que sessões semanais de arteterapia online de uma hora, durante 8 semanas, proporcionaram aos participantes um espaço livre de julgamentos. Ou seja, eles puderam experimentar, expressar e sentir, aumentando sua compreensão de si mesmos e dos outros.

13 | Adote um animal de estimação

O tempo gasto com animais pode ter um impacto positivo significativo na saúde mental. Isso porque, há dados que mostram que interagir com animais de estimação reduz os níveis de cortisol (hormônio do estresse) e aumenta a ocitocina, que estimula sentimentos de felicidade.

14 | Experimente a mandala terapêutica

A prática de colorir mandalas pode ser uma forma criativa e acessível de mindfulness. Além disso, evidências científicas mostraram que isso pode reduzir o estresse percebido entre profissionais de saúde, especialmente em situações atípicas, como foi na pandemia.

15 | Utilize apps de saúde mental de forma estratégica

Por fim, os aplicativos de saúde mental podem oferecer suporte contínuo e monitoramento em tempo real. Contudo, para uma abordagem eficaz, adote uma estratégia “poli-digital”, combinando diferentes apps. Por exemplo, um app de sono, um de registro de humor e um de mindfulness.

E claro, lembre-se de que a consistência é fundamental ao incorporar essas práticas em sua rotina diária. Cada pequeno passo em direção a uma melhor saúde mental é uma vitória que merece ser celebrada.

Janeiro Branco: Um chamado à ação pela saúde mental

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O Janeiro Branco se destaca como uma importante campanha nacional de conscientização sobre saúde mental. Por esse motivo, ganha ainda mais relevância em um cenário onde os desafios emocionais e psicológicos se intensificam.

Em síntese, a campanha busca engajar indivíduos, famílias, empresas e instituições em ações concretas para promover o bem-estar mental. Especificamente no Brasil, ele é importante devido a desafios como:

– É o país com maior prevalência de depressão na América Latina;

– Lidera globalmente em casos de transtornos de ansiedade;

– 26,8% dos brasileiros receberam diagnóstico médico de ansiedade;

– É o quarto país mais estressado do mundo.

Por isso, a campanha Janeiro Branco sempre incentiva diversas iniciativas como palestras, rodas de conversa e eventos culturais em cidades brasileiras. Além disso, há a disponibilização de materiais educativos gratuitos no site oficial e a promoção de debates e ações de conscientização.

FAQ | 10 Mitos surpreendentes sobre saúde mental

1. Mito: Pessoas criativas são mais propensas a transtornos mentais

A verdade é que não há evidência científica conclusiva que estabeleça uma relação direta entre criatividade e transtornos mentais. Isso porque a saúde mental sofre influência de uma complexa interação de fatores genéticos, ambientais e psicossociais.

2. Mito: Exercícios físicos intensos são a melhor forma de combater a depressão

Embora a atividade física seja benéfica para a saúde mental, não é uma solução universal. Isso porque o tratamento eficaz da depressão geralmente envolve uma abordagem multifacetada, incluindo terapia e, em alguns casos, medicação.

3. Mito: Pessoas com transtornos alimentares são facilmente identificáveis pela aparência

Em resumo, os transtornos alimentares afetam pessoas de todos os tipos físicos e nem sempre são visíveis externamente. Ou seja, muitos indivíduos com esses transtornos mantêm um peso considerado “normal”.

4. Mito: Meditação e mindfulness podem curar qualquer problema de saúde mental

Ainda que essas práticas possam ser benéficas, não são uma panaceia. Algumas condições de saúde mental requerem intervenções profissionais específicas e, às vezes, medicação.

5. Mito: O uso de smartphones é a principal causa de problemas de saúde mental em jovens

A relação entre o uso de tecnologia e a saúde mental é complexa. Por isso, fatores sociais, econômicos e ambientais também desempenham papeis significativos na saúde mental dos jovens.

6. Mito: Pessoas com esquizofrenia têm múltiplas personalidades

A esquizofrenia e o transtorno de personalidade múltipla (agora chamado de transtorno dissociativo de identidade) são condições distintas. Em síntese, a esquizofrenia envolve alterações no pensamento e percepção, não múltiplas personalidades.

Explore mais | O que é esquizofrenia

7. Mito: Tomar medicação psiquiátrica altera permanentemente a química cerebral

Embora os medicamentos psiquiátricos afetem a química cerebral, seus efeitos geralmente não são permanentes. Além disso, o cérebro tem uma notável capacidade de adaptação e recuperação.

8. Mito: Pessoas inteligentes não desenvolvem transtornos mentais

A realidade é que inteligência não protege contra problemas de saúde mental. Ou seja, transtornos mentais podem afetar pessoas de todos os níveis de inteligência e formação educacional.

9. Mito: Falar sobre suicídio aumenta o risco de alguém cometer o ato

Discutir abertamente sobre suicídio pode, na verdade, reduzir o risco ao proporcionar apoio e identificar pessoas em perigo. O silêncio e o estigma são mais perigosos.

10. Mito: Transtornos de ansiedade são apenas uma forma exagerada de preocupação

Por fim, os transtornos de ansiedade são condições médicas reais que vão além da preocupação cotidiana. Eles podem envolver sintomas físicos debilitantes e afetar significativamente a qualidade de vida.

Como a EnLite pode ajudar na sua jornada de saúde mental

Após essa profunda imersão nos principais pontos que envolvem a saúde mental, nós te convidamos a conhecer a EnLite. Afinal, oferecemos uma abordagem inovadora e personalizada para este tipo de cuidado.

Como uma clínica sem paredes, a EnLite está pronta para iluminar o caminho da sua recuperação. Veja, a seguir, algumas maneiras como a EnLite pode ajudar:

Projeto Terapêutico Personalizado | A EnLite auxilia pacientes e seus familiares a encontrar as melhores soluções de tratamento através da construção de um Projeto Terapêutico individualizado;

Acompanhamento contínuo | Com relatórios diários e supervisão constante, a EnLite garante que o progresso do paciente seja monitorado e ajustado conforme necessário;

Abordagem baseada em dados | Utilizando Data Driven Science, a EnLite assegura que as decisões de tratamento sejam fundamentadas em evidências concretas;

Cuidado Integral | A EnLite não se limita apenas ao paciente, mas também oferece suporte e benefícios aos prestadores de serviço, garantindo um cuidado de alta qualidade.

Para saber mais | Agende aqui sua consulta de avaliação

Por isso, não espere mais para priorizar sua saúde mental. A EnLite está aqui para oferecer o cuidado humano e a atenção personalizada que você merece. Entre em contato hoje mesmo e dê o primeiro passo em direção a uma vida mais equilibrada e saudável.

Para mais conteúdos sobre acompanhamento terapêutico e saúde mental, acesse outros artigos no Blog da EnLite.

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