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Estimulação cognitiva e memória: Importância, benefícios e como fazê-la com eficiência

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Estimulação cognitiva

Quando o assunto é saúde mental e qualidade de vida, relacionar a estimulação cognitiva e a memória é essencial para os mais diversos quadros e pessoas. Afinal, muito além de um recurso eficaz para o tratamento de doenças como o Alzheimer, estimular a cognição é focar em autonomia em qualquer etapa da vida.

E para desmistificar o assunto e detalhar os benefícios e a importância da estimulação cognitiva, a EnLite preparou esse conteúdo exclusivo. Acompanhe conosco e confira como extrair o melhor dela, sua relação com a EnLite Care e as práticas mais eficazes para cuidar da memória. Boa leitura!

Afinal, o que é estimulação cognitiva?

A estimulação cognitiva refere-se a um conjunto de atividades e exercícios com o objetivo de melhorar funções como memória, atenção, raciocínio e linguagem. De modo geral, essas atividades são especialmente úteis para pessoas idosas ou aquelas em risco de desenvolver déficits cognitivos, como demência ou Alzheimer.

Além disso, o foco principal da estimulação cognitiva é manter a mente ativa e saudável e promover um envelhecimento mais ativo e independente.

Para isso, a proposta é que, assim como o exercício físico fortalece os músculos, a prática regular de atividades cognitivas possam fortalecer as capacidades mentais. Em outras palavras, isso não apenas ajuda a preservar as habilidades cognitivas existentes, mas também pode melhorar a qualidade de vida geral dos indivíduos.

A importância de estimular a cognição

Tanto especialistas em saúde mental quanto geriatria defendem que manter o cérebro ativo pode retardar o declínio cognitivo associado ao envelhecimento. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, destaca que um estilo de vida mentalmente ativo pode reduzir o risco de doenças neurodegenerativas e transtornos emocionais, como depressão e ansiedade.

Além disso, a estimulação cognitiva promove não apenas a saúde mental, mas também o bem-estar emocional. Isso porque as atividades que envolvem interação social são capazes de ajudar a combater a solidão e o isolamento social, fatores que podem agravar problemas de saúde mental em idosos. Assim, ao estimular a cognição, também se promove uma melhor qualidade de vida.

estimulação cognitiva

Principais objetivos da estimulação cognitiva

Os objetivos da estimulação cognitiva são diversos e abrangem várias áreas do funcionamento mental. A seguir, listamos alguns dos focos mais importantes de realizá-la.

Manutenção das funções cognitivas

Primeiramente, o principal objetivo é preservar as habilidades cognitivas ao longo do tempo. Ou seja, isso inclui memória, atenção e raciocínio lógico, essenciais para a realização de atividades diárias. Afinal, a prática ajuda a retardar o declínio das funções mentais, seja por situações externas ou pelo envelhecimento.

Prevenção do declínio cognitivo

Uma vez que a estimulação cognitiva busca retardar o aparecimento de doenças neurodegenerativas, investir em atividades desafiadoras pode ajudar a criar novas conexões neurais e diminuir o risco de demência.

Promoção da autonomia

Ao manter as funções cognitivas ativas, os indivíduos podem continuar realizando suas atividades diárias com maior independência. Isso é especialmente importante para idosos que desejam viver sozinhos ou em suas comunidades.

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Qualidade de vida e desenvolvimento pessoal a partir da estimulação cognitiva

Através da interação social e do envolvimento em atividades significativas, a estimulação cognitiva contribui para um estado emocional positivo e reduz sintomas de ansiedade e depressão.

Por sua vez, ela também não se limita apenas aos idosos e consegue promover, desde cedo, a adaptação ao ambiente social e uma aprendizagem mais eficaz.

O mito dos neurônios que não se regeneram e o estímulo cognitivo

Muita gente acredita que os neurônios são incapazes de se regenerar. Ou seja, neste cenário, a estimulação cognitiva não teria nenhuma eficácia na memória de um indivíduo. Porém, esta informação não é totalmente correta. Isso porque, é possível observar no sistema nervoso o que a Medicina chama de áreas neurogênicas.

Em resumo, significa que mesmo com um papel limitado, o processo de neurogênese acontece ao longo de toda vida. Inclusive, já existem diversas pesquisas que mostram que há um avanço na área capaz de induzir, ainda que de modo reduzido, a aparição de neurônios por meio de fármacos e tratamentos terapêuticos. Além disso, além dos neurônios, há outras células do sistema nervoso, como os astrócitos, gliais e oligodendrócitos que continuam sob estudo da ciência a fim de compreender melhor suas capacidades regenerativas.

Sendo assim, é possível afirmar que existe comprovação dos benefícios de estimular cognitivamente a memória, principalmente no que se refere a evitar ou retardar doenças degenerativas.

Compreendendo a memória e seus diferentes tipos

A memória pode ser definida como a capacidade de codificar, armazenar e recuperar informações ao longo do tempo. Isso porque ela nos permite recordar eventos passados, reconhecer pessoas e objetos familiares, e aplicar conhecimentos adquiridos em situações futuras.

Contudo, a memória é um processo complexo que envolve várias etapas e sistemas cerebrais distintos. Além disso, existem diferentes tipos de memória, cada um com suas próprias características e funções.

Abaixo, iremos conhecer mais sobre os principais tipos de memória.

Memória de curto prazo

A memória de curto prazo ou memória de trabalho é a responsável por armazenar informações por um período limitado de tempo, geralmente de alguns segundos a um minuto. Por isso, ela é essencial para realizar tarefas cognitivas imediatas, como compreender uma frase ou realizar cálculos mentais.

Memória de longo prazo

Já a memória de longo prazo é a capacidade de armazenar informações por um período prolongado, que pode durar horas, dias, meses ou anos. Ela é subdividida em dois tipos principais:

Memória explícita ou declarativa | Refere-se à memória consciente de fatos e eventos. Inclui a memória episódica (eventos pessoais) e a memória semântica (conhecimento geral).

Memória implícita ou procedimental | Envolve habilidades e procedimentos aprendidos, como andar de bicicleta ou tocar um instrumento musical. Esse tipo de memória é geralmente inconsciente e automática.

estimulação cognitiva (2)

Estimulação cognitiva e a memória

A estimulação cognitiva desempenha um papel crucial no desenvolvimento e manutenção da memória. E como ambos os tipos de memória são importantes para o funcionamento cognitivo, a estimulação pode beneficiar tanto a memória procedimental quanto a declarativa. Afinal, atividades que desafiam o cérebro, como aprender uma nova habilidade ou adquirir conhecimento sobre um novo tópico, são capazes de potencializar nossa capacidade de armazenar e recuperar informações em ambos os sistemas de memória.

Processos da memória para a estimulação cognitiva

Até aqui, compreendemos melhor sobre as características que explicam a importância de estimular cognitivamente a memória. Pois agora, iremos entender mais sobre os 3 processos da memória e como eles ocorrem.

Codificação

A codificação é o primeiro passo no processo de memória, onde as informações são transformadas em um formato que o cérebro pode armazenar. Para isso, esse processo envolve a percepção e a interpretação de estímulos sensoriais, que se convertem em representações mentais.

Durante a codificação, diferentes estratégias podem ser utilizadas para facilitar a retenção da informação. Por exemplo, o uso de associações verbais ou imagens mentais pode ajudar a fixar melhor os dados na memória.

Sendo assim, a estimulação cognitiva frequentemente utiliza técnicas que promovem a codificação eficaz, como jogos de memória e exercícios que incentivam a criação de conexões entre novas informações e conhecimentos já existentes.

Armazenamento

Após a codificação, as informações são armazenadas no cérebro. Entretanto, o armazenamento pode ser dividido em três subprocessos: aquisição, consolidação e retenção.

A aquisição refere-se ao momento em que a informação é recebida e processada. A consolidação é o processo pelo qual as memórias se tornam mais estáveis e duradouras, muitas vezes ocorrendo durante o sono. Por último, a retenção é a capacidade de manter essas informações ao longo do tempo.

Por isso, a estimulação cognitiva visa reforçar esses processos através da prática regular e da repetição. Dessa forma, espera-se ajudar os indivíduos a consolidar suas memórias e melhorar sua capacidade de retenção.

Recuperação

Por último, a recuperação é o passo do processo de memória onde as informações armazenadas são acessadas e trazidas à consciência. Para isso, a etapa pode ser dividida em duas formas principais: reconhecimento e recordação.

Em resumo, o reconhecimento envolve identificar informações previamente aprendidas quando apresentadas novamente, enquanto a recordação refere-se à capacidade de recuperar informações sem pistas externas.

Por isso, a estimulação cognitiva visa reforçar esses processos através da prática regular e da repetição. Dessa forma, espera-se ajudar os indivíduos a consolidar suas memórias e melhorar sua capacidade de retenção.

doenças neurodegenerativas estímulo da memória

Fatores que afetam a memória

Uma vez que a memória é uma função cognitiva complexa, é claro que existem várias situações que influenciam seu desempenho. A seguir, abordaremos os principais aspectos que a afetam e porque isso ocorre.

Idade e memória

De modo geral, o envelhecimento se associa a mudanças naturais na nossa capacidade cognitiva. E embora seja normal experimentar algum declínio na memória à medida que se envelhece, essa perda pode variar amplamente entre os indivíduos.

Por isso, é possível afirmar que fatores como a qualidade do sono, a saúde geral e a atividade mental desempenham papeis cruciais na manutenção da memória em idades avançadas.

Além disso, hábitos prejudiciais, como a falta de sono e o excesso de multitarefas podem agravar o declínio da memória. Afinal, o sono é fundamental para a consolidação das memórias, enquanto a realização contínua de várias coisas pode dificultar a capacidade do cérebro de processar e armazenar informações.

Contudo, há estudos que indicam que manter um estilo de vida ativo e engajado socialmente pode ajudar a preservar as funções cognitivas e reduzir o risco de demência.

Estilo de vida e saúde mental

O estilo de vida tem um impacto significativo na memória. O estresse, por exemplo, pode levar à sobrecarga cognitiva, dificultando a integração de novas informações. Além disso, a alimentação também é crucial e dietas ricas em nutrientes essenciais, como ácidos graxos ômega-3 e vitaminas do complexo B, são benéficas para a saúde cerebral. Por sua vez, dietas ricas em açúcares e alimentos processados podem causar inflamação crônica e danos cerebrais.

Outros aspectos do estilo de vida incluem o sono adequado, a realização de exercícios aeróbicos a fim de melhorar a vascularização do cérebro e a prática de atividades que buscam a estimulação cognitiva.

Doenças neurodegenerativas

Já as doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, têm um impacto direto e devastador na memória. Isso porque essas condições causam deterioração progressiva das funções cognitivas, o que leva à perda significativa de memória.

Além disso, lesões cerebrais traumáticas podem resultar em perda temporária ou permanente da memória, dependendo da gravidade da lesão.

Porém, é importante notar que o tratamento precoce e intervenções adequadas podem ajudar a gerenciar os sintomas dessas doenças e melhorar a qualidade de vida dos afetados. No tópico a seguir, aprofundaremos melhor sobre as principais doenças neurodegenerativas.

Principais doenças neurodegenerativas

As doenças neurodegenerativas são condições que envolvem a degeneração progressiva e irreversível dos neurônios. Em resumo, que leva a uma perda de funções motoras e cognitivas. A seguir, explicaremos sobre as principais doenças, a fim de relacioná-las com a importância da estimulação cognitiva para evitá-las ou minimizar seus impactos.

1. Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência e representa, de acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 60 a 70% dos casos. De modo geral, ela se caracteriza pela perda progressiva da memória e outras funções cognitivas devido ao acúmulo de placas de proteínas beta-amiloide e emaranhados de filamentos de tau no cérebro.

A partir disso, esses depósitos danificam as células nervosas e resultam na atrofia cerebral. Os sintomas iniciais incluem dificuldades em lembrar eventos recentes, desorientação e mudanças de humor. Contudo, com o tempo, a doença avança para perda severa da capacidade de realizar atividades diárias, o que pode provocar a dependência total do indivíduo.

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2. Doença de Parkinson

Por sua vez, a Doença de Parkinson é uma condição neurodegenerativa que afeta principalmente o controle motor. Neste caso, os sintomas incluem tremores em repouso, rigidez muscular, bradicinesia (lentidão dos movimentos) e instabilidade postural.

Isso porque a degeneração ocorre na substância negra do cérebro, onde neurônios responsáveis pela produção do neurotransmissor dopamina são destruídos. Além dos sintomas motores, muitos pacientes desenvolvem comprometimento cognitivo ao longo do tempo, o que pode evoluir até a demência.

3. Esclerose Múltipla e a estimulação cognitiva

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença autoimune que ataca a bainha de mielina que envolve os neurônios. Por isso, resulta em lesões no cérebro e na medula espinhal.

Os sintomas variam amplamente e podem incluir fraqueza muscular, problemas de visão, formigamento e dificuldades de coordenação.

Além disso, a EM costuma apresentar episódios imprevisíveis de exacerbação e remissão dos sintomas. Embora não tenha cura, tratamentos que visam a estimulação cognitiva podem ajudar a gerenciar os sintomas e retardar a progressão da doença.

4. Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Já a ELA é uma doença neurodegenerativa progressiva que afeta as células nervosas responsáveis pelo controle dos músculos voluntários. Sendo assim os principais sintomas incluem fraqueza muscular, atrofia e paralisia progressiva.

Apesar da perda das funções motoras, as habilidades cognitivas geralmente permanecem intactas, o que permite que os pacientes mantenham consciência de sua condição.

Por fim, a ELA pode afetar a respiração e a capacidade de engolir, de modo a torná-la uma condição altamente debilitante.

5. Distrofia Muscular

As distrofias musculares são um grupo de mais de 30 doenças genéticas que causam fraqueza muscular progressiva e degeneração dos músculos esqueléticos. Em resumo, os tipos variam em gravidade e podem afetar tanto os músculos voluntários quanto os involuntários.

É importante citar que estes tipos de distrofia levam a complicações respiratórias e cardíacas em casos mais severos. Por isso, o tratamento é focado na gestão dos sintomas e na manutenção da função muscular.

6. Doença de Huntington

A Doença de Huntington é uma condição genética que causa a degeneração progressiva das células nervosas no cérebro. Os sintomas incluem movimentos involuntários (coréia), alterações comportamentais e declínio cognitivo.

Outro ponto importante sobre a doença é que ela, geralmente, se manifesta na meia-idade e é causada por uma mutação no gene HTT. Neste cenário, ela leva à produção anormal da proteína huntingtina.

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7. Demência Frontotemporal

Por último, vale a pena citar entre as principais doenças neurodegenerativas a Demência Frontotemporal (DFT). Isso porque ela é um grupo de distúrbios que afetam os lobos frontais e temporais do cérebro. Com isso, ocorrem mudanças significativas na personalidade e no comportamento antes da perda cognitiva do indivíduo.

Os sintomas podem incluir desinibição social, apatia e dificuldades na linguagem e a DFT tem maior incidência em pessoas mais jovens do que outras formas de demência. O que justifica, por exemplo, a importância de buscar a estimulação cognitiva em qualquer idade e não apenas na velhice.

estímulo cognitivo

Técnicas de estimulação cognitiva para a memória

A partir das necessidades específicas de cada pessoa, é possível apostar nos estímulos cognitivos para retardar sintomas que se relacionam ao envelhecimento e à demência. A seguir, explicaremos algumas das atividades mais recorrentes para esse fim.

Exercícios de memória

Correspondem a atividades que envolvem a memorização de listas, palavras ou sequências que ajudam a manter ativa a memória de curto e longo prazo. Alguns exemplos incluem memorizar uma lista de compras e tentar relembrá-la sem consultar, memorizar uma cena por 30 segundos e depois anotar os detalhes que conseguir lembrar ou recordar os acontecimentos do dia antes de dormir.

Jogos de tabuleiro e quebra-cabeças

Muito mais do que momentos de lazer, jogos como xadrez, damas, sudoku, palavras cruzadas e quebra-cabeças estimulam o raciocínio lógico, a estratégia e a resolução de problemas. Por isso, são capazes de melhorar a concentração e potencializar a atividade cerebral.

Exercícios de linguagem para a estimulação cognitiva

Outro recurso bastante benéfico para a memória diz respeito a manter frequência em hábitos de leitura, escrita e jogos de palavras. Isso porque, eles aumentam o vocabulário, melhoram a gramática e facilitam a comunicação.

Atividades motoras

A relação direta entre o corpo e a mente torna-se uma alternativa para estímulo da cognição por ser capaz de ativar diferentes áreas do cérebro. Sendo assim, práticas simples como tomar banho de olhos fechados, aprender passos de dança ou falas de teatro oferecem benefícios para a memória e criatividade.

Isso porque os exercícios que envolvem movimentos coordenados atuam diretamente na capacidade motora e na memória processual.

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Reconhecimento emocional e visualizações como estimulação cognitiva

Identificar emoções em expressões faciais ou situações que trabalham a cognição social e o vocabulário emocional costumam desenvolver a empatia nas relações interpessoais. Além disso, exercícios para visualizar imagens relacionadas a palavras ou conceitos estimulam a imaginação. Ou seja, impacta positivamente nas habilidades de associação mental.

Técnicas de categorização

Atividades que envolvem classificar objetos ou ideias em categorias específicas contribuem para a atenção seletiva. Por isso, atuam como formas de estimulação cognitiva ao permitirem que corpo e mente se mantenham em movimento.

Por exemplo, isso ocorre na aprendizagem de um instrumento ou um novo idioma.

Jogos de estimulação cognitiva online

A tecnologia também pode ser uma grande aliada no estímulo da cognição quando utiliza de aplicativos e plataformas digitais para proporcionar uma variedade de desafios mentais acessíveis e interativos.

Práticas artísticas

Por fim, atividades como pintura, desenho ou artesanato estimulam a criatividade, proporcionam uma forma de expressão emocional e melhoram a coordenação motora fina. 

Dentre os principais benefícios, pode-se destacar a capacidade de concentração, o relaxamento da mente e o foco na memorização.

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A relação direta entre a estimulação cognitiva e os acompanhantes terapêuticos

Quem possui uma pessoa idosa ou com necessidades de acompanhamento especial em casa, sabe como é complexo os cuidados e atenção adequados. Principalmente quando todos na residência possuem trabalhos ou tarefas que dispensam tempo ou causam a ausência no ambiente familiar.

Por isso, optar por um acompanhante terapêutico costuma ser a melhor alternativa, especialmente aqueles que enfrentam desafios relacionados a doenças neurodegenerativas, transtornos mentais ou simplesmente o envelhecimento. Afinal, esse profissional pode ajudar os pacientes a desenvolverem habilidades que promovem a autonomia e permite que os indivíduos se sintam mais capazes em suas rotinas diárias.

Além disso, o acompanhante terapêutico atua como um “arranjador de contingências”, uma vez que consegue criar um ambiente propício para a aprendizagem e a prática de novas habilidades. Dessa forma, ele pode adaptar as atividades de estimulação cognitiva às necessidades específicas do paciente. Por exemplo, com a inclusão de jogos, exercícios de memória, leitura e práticas manuais que se adequam conforme o progresso e as preferências do indivíduo.

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